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Em 2009 estamos completando 22 de jornada. Neste mês de novembro chegaramos ao boletim nº 1000.
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Publicado em 21 de março de 2010 por admin
O problema da China aparece na mídia global e na opinião pública como um simples problema de descompasso de taxas de câmbio. Um yuan subvalorizado. Mas isso é muito pouco para justificar o alerta chinês desta semana que o mundo está à beira de um duplo mergulho na crise.
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Publicado em 19 de março de 2010 por admin
Por enquanto, parece que tanto o desemprego dos trabalhadores quanto o lucro dos capitalistas ainda não alcançaram taxas suficientemente elevadas que estimulem o “espírito animal” dos capitalistas de que falava Keynes – expressão que os economistas acham tão espirituosa e graciosa – o que os levaria a uma nova onda mundial de investimentos e ampliação da capacidade instalada.
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Publicado em 19 de março de 2010 por admin
Toda crise periódica de superprodução começa na forma de uma crise de crédito privado e termina como uma crise de crédito público. É o que se confirma atualmente nas principais praças financeiras mundiais. Enquanto o capital inicia mais um período de expansão da produção industrial, de novo ciclo econômico, as velhas metrópoles imperialistas ainda se debatem com os entulhos fiscais do período anterior.
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Publicado em 19 de março de 2010 por admin
Os EUA continuam exportando sua crise para o resto do mundo. Por isso a fuga das moedas para o dólar é ainda o cenário de curto e médio prazo mais provável. No começo desta semana o problema era só grego, português e espanhol. Como um rastilho de pólvora ele se tornou no decorrer da semana um problema europeu. E já bate nas portas de Berlim e de Paris.
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Publicado em 18 de março de 2010 por admin
No regime capitalista de produção a lei do valor-trabalho corresponde à lei da gravidade da física. É a essa determinação interna da dinâmica dos ciclos e crises periódicas que os capitalistas procuram neutralizar com instrumentos políticos, externos ao processo de valorização.
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Publicado em 20 de dezembro de 2009 por José Martins
A deflação, queda persistente dos preços industriais e agrícolas, não é uma doença que se resolve só com remédios monetários, como os “helicópteros de Bernanke” espalhando trilhões de dólares pelos céus do mercado financeiro e de capitais. Não basta abaixar a taxa de juros a zero e inundar a economia com moeda e crédito. “Deflação? Não se preocupem. Basta criar inflação” dizem os economistas. Só idiotas como Paul Krugman, Nobel de Economia, acha que se resolve assim o problema. Quem acompanhar atentamente este boletim perceberá que a cura da deflação depende da necessária recuperação da taxa de lucro do ciclo anterior. Mas seria exigir muito que economistas vulgares como Krugman e outros Nobel de Economia entendam a origem do valor, do mais-valor, da taxa de mais-valor, do lucro, da taxa de lucro, da variação dos preços…
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Publicado em 9 de dezembro de 2009 por José Martins
A crise acabou? Parece que sim. Mas falta dizer quando. Enquanto os economistas do sistema não forem capazes de dar uma data, o mercado continua na duvida se ela realmente acabou. Se até a data do fim da crise, de uma coisa que já aconteceu, eles demoram um tempão para anunciar com segurança, imagina se eles tentassem prever quando (e como) a nova crise vai começar. Só os trabalhadores são capazes dessa tarefa.
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Publicado em 1 de dezembro de 2009 por José Martins
BOLETIM DA SEMANA EDIÇÃO Nº 999 4ª SEMANA DE NOVEMBRO 2009
Dubai não paga apenas pelos seus pecados e muito menos por suas extravagâncias, mas pela superprodução ocorrida na totalidade do sistema. O problema, entretanto, não pára por aí. Acontece que a mesma deflação global que afundou a Disneylândia dos milionários ameaça afundar os preços das propriedades da totalidade do sistema. Peixes bem mais graúdos do sistema global estão se debatendo para se livrar do mesmo destino deste desafortunado e ridículo emiradozinho das arábias.
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