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Em 2009 estamos completando 22 de jornada. Neste mês de novembro chegaramos ao boletim nº 1000.

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(boletim nº 1011 ano 24; 3ª sem. mar./2010) BIG MAC EM PEQUIM É O MAIOR BARATO

Publicado em 21 de março de 2010 por admin

O problema da China aparece na mídia global e na opinião pública como um simples problema de descompasso de taxas de câmbio. Um yuan subvalorizado. Mas isso é muito pouco para justificar o alerta chinês desta semana que o mundo está à beira de um duplo mergulho na crise.

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(boletins nº 1008/1009; ano 24; 4ª sem. fev. e 1ª mar./2010) UMA RECUPERAÇÃO SEM BRILHO

Publicado em 19 de março de 2010 por admin

Por enquanto, parece que tanto o desemprego dos trabalhadores quanto o lucro dos capitalistas ainda não alcançaram taxas suficientemente elevadas que estimulem o “espírito animal” dos capitalistas de que falava Keynes – expressão que os economistas acham tão espirituosa e graciosa – o que os levaria a uma nova onda mundial de investimentos e ampliação da capacidade instalada.

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(Boletim nº 1007; ano 24; 3ª sem. de Fev./2010)DÁ PARA SALVAR A TOYOTA?

Publicado em 19 de março de 2010 por admin

Toda crise periódica de superprodução começa na forma de uma crise de crédito privado e termina como uma crise de crédito público. É o que se confirma atualmente nas principais praças financeiras mundiais. Enquanto o capital inicia mais um período de expansão da produção industrial, de novo ciclo econômico, as velhas metrópoles imperialistas ainda se debatem com os entulhos fiscais do período anterior.

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(Boletins nº 1005 e 1006; ano 24; 1ª e 2ª sem. de Fev/2010) DE ATENAS A BERLIM

Publicado em 19 de março de 2010 por admin

Os EUA continuam exportando sua crise para o resto do mundo. Por isso a fuga das moedas para o dólar é ainda o cenário de curto e médio prazo mais provável. No começo desta semana o problema era só grego, português e espanhol. Como um rastilho de pólvora ele se tornou no decorrer da semana um problema europeu. E já bate nas portas de Berlim e de Paris.

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(BOLETINS nº 1003 e 1004; ano 24; 3ª e 4ª semanas de Janeiro/2010) O Capital em Luta Contra a Lei da Gravidade.

Publicado em 18 de março de 2010 por admin

No regime capitalista de produção a lei do valor-trabalho corresponde à lei da gravidade da física. É a essa determinação interna da dinâmica dos ciclos e crises periódicas que os capitalistas procuram neutralizar com instrumentos políticos, externos ao processo de valorização.

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RECUPERAÇÃO COM DEFLAÇÃO NÃO ROLA

Publicado em 20 de dezembro de 2009 por José Martins

A deflação, queda persistente dos preços industriais e agrícolas, não é uma doença que se resolve só com remédios monetários, como os “helicópteros de Bernanke” espalhando trilhões de dólares pelos céus do mercado financeiro e de capitais. Não basta abaixar a taxa de juros a zero e inundar a economia com moeda e crédito. “Deflação? Não se preocupem. Basta criar inflação” dizem os economistas. Só idiotas como Paul Krugman, Nobel de Economia, acha que se resolve assim o problema. Quem acompanhar atentamente este boletim perceberá que a cura da deflação depende da necessária recuperação da taxa de lucro do ciclo anterior. Mas seria exigir muito que economistas vulgares como Krugman e outros Nobel de Economia entendam a origem do valor, do mais-valor, da taxa de mais-valor, do lucro, da taxa de lucro, da variação dos preços…

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(Boletim nº 1000 1ª semana dezembro 2009) NO CAMINHO DA REVOLUÇÃO

Publicado em 9 de dezembro de 2009 por José Martins

A crise acabou? Parece que sim. Mas falta dizer quando. Enquanto os economistas do sistema não forem capazes de dar uma data, o mercado continua na duvida se ela realmente acabou. Se até a data do fim da crise, de uma coisa que já aconteceu, eles demoram um tempão para anunciar com segurança, imagina se eles tentassem prever quando (e como) a nova crise vai começar. Só os trabalhadores são capazes dessa tarefa.

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Uma Moratória das Arábias

Publicado em 1 de dezembro de 2009 por José Martins

BOLETIM DA SEMANA EDIÇÃO Nº 999 4ª SEMANA DE NOVEMBRO 2009

Dubai não paga apenas pelos seus pecados e muito menos por suas extravagâncias, mas pela superprodução ocorrida na totalidade do sistema. O problema, entretanto, não pára por aí. Acontece que a mesma deflação global que afundou a Disneylândia dos milionários ameaça afundar os preços das propriedades da totalidade do sistema. Peixes bem mais graúdos do sistema global estão se debatendo para se livrar do mesmo destino deste desafortunado e ridículo emiradozinho das arábias.

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