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Publicado em 21 de março de 2010 por admin
O problema da China aparece na mídia global e na opinião pública como um simples problema de descompasso de taxas de câmbio. Um yuan subvalorizado. Mas isso é muito pouco para justificar o alerta chinês desta semana que o mundo está à beira de um duplo mergulho na crise.
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Publicado em 19 de março de 2010 por admin
Por enquanto, parece que tanto o desemprego dos trabalhadores quanto o lucro dos capitalistas ainda não alcançaram taxas suficientemente elevadas que estimulem o “espírito animal” dos capitalistas de que falava Keynes – expressão que os economistas acham tão espirituosa e graciosa – o que os levaria a uma nova onda mundial de investimentos e ampliação da capacidade instalada.
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Publicado em 19 de março de 2010 por admin
Toda crise periódica de superprodução começa na forma de uma crise de crédito privado e termina como uma crise de crédito público. É o que se confirma atualmente nas principais praças financeiras mundiais. Enquanto o capital inicia mais um período de expansão da produção industrial, de novo ciclo econômico, as velhas metrópoles imperialistas ainda se debatem com os entulhos fiscais do período anterior.
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Publicado em 19 de março de 2010 por admin
Os EUA continuam exportando sua crise para o resto do mundo. Por isso a fuga das moedas para o dólar é ainda o cenário de curto e médio prazo mais provável. No começo desta semana o problema era só grego, português e espanhol. Como um rastilho de pólvora ele se tornou no decorrer da semana um problema europeu. E já bate nas portas de Berlim e de Paris.
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Publicado em 18 de março de 2010 por admin
No regime capitalista de produção a lei do valor-trabalho corresponde à lei da gravidade da física. É a essa determinação interna da dinâmica dos ciclos e crises periódicas que os capitalistas procuram neutralizar com instrumentos políticos, externos ao processo de valorização.
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Publicado em 18 de novembro de 2009 por José Martins
Enquanto os EUA mantiverem a taxa zero de juros e, conseqüentemente, a política do “dólar fraco”, o planeta financeiro pode até continuar acumulando reservas em dólar, a assoprar bolhas e a lucrar muito com seus capitais fictícios nas bolsas de valores, nos mercados de commodities – petróleo, metais, ouro, etc. – mas logo chegará à casa de cada um uma conta muito salgada por esse porre global do “dólar anêmico”. É um perigo que já assombra os capitalistas.
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Publicado em 6 de novembro de 2009 por José Martins
Existe ainda a possibilidade concreta de quebra de grandes bancos norte-americanos e europeus. Os próprios capitalistas reconhecem essa ameaça. Mas eles sabem como evitá-la?
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Publicado em 17 de agosto de 2009 por José Martins
Tem economista de grosso calibre que ainda aposta em forte recaída da economia reguladora do sistema global ainda neste ano. Como o professor Martin Feldstein, da Universidade de Harvard, EUA, que declarou, durante aquele encontro que falamos na semana passada dos dirigentes dos bancos centrais das principais economias, em Jackson Holle, EUA: “A economia dos Estados Unidos ainda está muito fraca e não está nem um pouco claro que a melhora observada recentemente seja o começo de um crescimento sustentado. Existe o sério perigo que na virada deste para o próximo ano assistiremos a economia caindo novamente.”
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Publicado em 8 de agosto de 2009 por José Martins
A taxa de exploração da força de trabalho – ou taxa de produtividade – na indústria de manufaturas dos Estados Unidos voltou a subir significativamente (5.3%) no 2º trimestre (março-junho) deste ano, interrompendo uma trajetória de quatro trimestres seguidos de queda. O custo unitário do trabalho ficou praticamente estável (0.5%) depois de subir 4.9% no trimestre anterior. São marcas fundamentais do processo de valorização do capital – produção de valor e mais-valia – que não se pode menosprezar em uma análise rigorosa do atual período de crise, iniciada na virada de 2007 para 2008.
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Publicado em 3 de agosto de 2009 por José Martins
Os dados atualmente disponíveis são suficientes para se concluir sobre o fim do atual período de crise global? É uma pergunta tão difícil quanto a da diferença entre uma classe produtiva e outra consumidora. A resposta, nos dois casos, exige muito mais do que uma simples opinião de torcedor.
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